Tratamentos OceanVet
Medicina integrativa veterinária em Bertioga
Acupuntura, laserterapia, moxabustão, cromoterapia e ozonioterapia. Cinco abordagens que caminham junto com a medicina convencional — para que seu pet se estresse menos e se recupere mais rápido.
A OceanVet é a única clínica do litoral norte de São Paulo que reúne, no mesmo lugar, cirurgia, internação 24 horas e cinco terapias integrativas. Não é alternativa à medicina convencional. É complemento — funciona melhor quando a gente combina as duas. Dor crônica, recuperação pós-operatória, neurologia, ansiedade, dermatite difícil, paliativo: são cenários em que a integrativa muda o desfecho.
Abaixo, o que cada uma faz, quando indicamos e o que a literatura veterinária diz em 2026.
1. Acupuntura veterinária
Agulhas finas inseridas em pontos específicos da pele e da musculatura para modular o sistema nervoso. Cão geralmente relaxa em 5 minutos — muitos acabam dormindo na sessão. Sem efeito colateral relevante quando aplicada por veterinário treinado.
Quando indicamos: dor lombar e cervical crônica, hérnia de disco, displasia coxofemoral, osteoartrite em idosos, paralisias, recuperação pós-cirúrgica, náusea da quimio.
Como funciona (resumo): a estimulação dos pontos libera endorfinas e modula vias nociceptivas medulares. Mecanismo bem documentado por estudos de fMRI e neuroquímica em cães. Reconhecida pela AAVA (American Academy of Veterinary Acupuncture), pela IVAS (International Veterinary Acupuncture Society) e, no Brasil, como especialidade do CFMV desde 2014. aava.org · ivas.org · post completo →
2. Laserterapia (fotobiomodulação — LLLT/PBMT)
Luz vermelha e infravermelha de baixa potência (classe IIIb ou IV) aplicada sobre a pele. Não corta, não queima, não dói. O pet sente um calor leve. Sessão dura 5 a 20 minutos. Os efeitos terapêuticos chegam por mecanismo de fotobiomodulação: a luz é absorvida pela mitocôndria (citocromo c oxidase), aumentando produção de ATP, modulando inflamação e acelerando reparo tecidual.
Quando indicamos: feridas que não fecham, pós-operatório (incisões cirúrgicas), otite externa, dermatites, mucosite, dor muscular e articular, tendinites, fibrose pós-cirúrgica.
O que a evidência mostra: a WALT (World Association for Photobiomodulation Therapy) publica protocolos por condição. Em pequenos animais, a AAHA cita laserterapia entre as ferramentas não-farmacológicas para dor crônica (Pain Management Guidelines 2022). waltza.co.za · AAHA Pain 2022 · post completo →
3. Moxabustão (moxa)
Aquecimento direto e pontual de pontos de acupuntura usando bastão de Artemísia (artemisia vulgaris) aceso. O bastão fica a centímetros da pele — não toca. O calor penetra fundo e potencializa o efeito da acupuntura.
Quando indicamos: síndromes de frio na medicina veterinária tradicional chinesa, dores que pioram em dia frio, lombalgia em idosos, recuperação muscular. Frequente associar moxa + acupuntura na mesma sessão.
Segurança: sala ventilada, distância calibrada, supervisão constante. Pet idoso e ansioso geralmente aceita melhor que humanos — relaxa com o calor. IVAS — Veterinary TCM
4. Cromoterapia
Aplicação terapêutica de luz colorida em pontos específicos ou em regiões do corpo. Cada cor tem comprimento de onda diferente e efeitos descritos sobre sistemas distintos (autonômico, endócrino, emocional). Não substitui medicação — é coadjuvante.
Quando indicamos: ansiedade, déficit de adaptação após mudança de casa, recuperação de animal resgatado, suporte ao tratamento de dermatites e cicatrização.
Status da evidência: o corpo de pesquisa é menor que o de acupuntura ou laser. Trabalhamos com cromo como complemento, dentro de um plano que sempre tem a medicina convencional na base.
5. Ozonioterapia veterinária
Gás ozônio (mistura de O₂ e O₃) aplicado em concentrações terapêuticas controladas, por via retal (a mais comum em cão e gato) ou tópica sobre feridas — nunca inalado. É estudado por possíveis efeitos sobre a cicatrização e a oxigenação dos tecidos.
Quando pode entrar: como coadjuvante em situações selecionadas, por exemplo no apoio ao cuidado de algumas feridas de difícil cicatrização, sempre ao lado do tratamento principal e por avaliação individual. Nunca como cura nem substituto.
Marco regulatório: regulamentada pelo CFMV pela Resolução nº 1.364/2020, como procedimento complementar de indicação e aplicação exclusivas do médico-veterinário. A base de evidência ainda é limitada — por isso usamos com critério e transparência. CFMV Resolução 1.364/2020 · Entenda melhor a ozonioterapia →
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A gente avalia o caso, conversa com o tutor sobre objetivos do tratamento e propõe um plano. Sem pacote pronto.
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Dra. Bianca Boton (CRMV-SP 49181) é a responsável técnica. As terapias integrativas exigem formação adicional além da graduação — laserterapia, acupuntura e ozonioterapia têm cursos específicos reconhecidos pelo CRMV-SP e pelo CFMV.
